.(¯`v´¯)
..... ·.¸.·´
o que vc mais gostou em mim, ...¸.·´ teu senso de humor!
minha sensualidade ou meu lado ..
intelectual? /(,")\ ♥ (",)
./♥\. /||\
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por: Gustavo Gonçalves
29/out./2011
sábado, 29 de outubro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Manual "Gustaviano" de Relações Práticas
Tenha sempre um bom martelo e alguns itens de primeiros socorros. Você sabe se uma mulher está abrindo espaço para você através da troca olhares e do sorriso. Caso ela te esnobe, e seja uma mulher impossível de você não conter seus “sentimentos”, dê uma forte martelada na cabeça dela, mas, por trás, para que ela não o veja. Assim, a garota irá desmaiar em seu braços, e, rapidamente, você a leva para sua casa, faz os curativos necessários, deixe-a despida sobre sua cama, e coloque as roupas dela para lavar. A moça irá ficar assustada ao acordar. Então, deixe um chá, um suco e frutas a beira da cama, demonstrando o máximo de preocupação possível. Você deve dizer que a despiu, pois, sua blusa... estava suja de sangue e a calça sujou ao cair na rua, mas você já havia colocado as roupas da menina para lavar (nessa situação, não é bom ter uma lavadora muito moderna com secadora, centrífuga...). Se, você estiver nu, diga a ela que é para que não haja desigualdade. Daí em diante, é com você....
Ao ver uma garota em um shopping, restaurante... e, se ela estiver acompanhada da mãe, siga-a discretamente. E, ao vir ela saindo do local, entre em seu carro, e, quando ver que ela está atravessando a rua, atropele sua futura sogra bruscamente, pois essa, nunca irá te ajudar. Ela pode atrapalhar vocês quando estiverem se conhecendo, fazendo observações negativas, que a filha não faria com o encanto de sua simpatia. Saia do carro chorando (use colírio, ou pense em tragédias, ou na perda de um ente querido.... ), leve-as ao hospital, pague um medico particular, e, na sala de espera, segure firme a mão dela demonstrando sua preocupação. Fale a ela de sua solidão, de momentos tristes de sua vida (reais ou não). Após a recuperação daquela que virá a ser sua sogra, em muito breve, leve-as para casa, dê um suave beijo no canto dos lindos lábios de sua pretendida, peça desculpas dizendo que foi sem querer e deixe seu cartão convidando-as a jantar em uma ocasião melhor. Dia seguinte, ligue perguntando da mãe dela, e diga o quão bem você se sentiu ao beija-la, faça elogios múltiplos, e peça muitas e muitas desculpas. Com isso você estará criando um vínculo com ela e a família. No terceiro dia, envie flores com seus pedidos de desculpa a mãe dela. E, envie rosas (cor de rosa) a moça. Essas rosas devem ser enviadas no trabalho dela. Convide-a para jantar! Leve-a em um excelente restaurante. Beije-a, e ponha suas mão suavemente nas coxas dela subindo –não muito- seu vestido. Após o beijo, peça desculpas dizendo que você se empolgou demais com tamanha beleza! Conversem sobre coisas boas, pergunte da mãe e da família dela, e evite falar de sua ex. Caso ela insista em perguntar dos seus relacionamentos, diga que foi apenas um, e que você perdeu sua mulher e seu único filho em um acidente de carro, e, por isso você havia ficado extremamente preocupado com a mãe dela. Quando ela for ao seu apartamento / sua casa, sirva um bom vinho, leve-a para seu quarto, e deixe mais um buquê de rosas vermelhas sobre a cama. Quando ela se deparar com isso...
A Criação do Mundo
O texto a seguir contém erros gramaticais e de língua portuguesa que não foram
corrigidos para que prevaleça sua origem.
Após escrever o texto "A Criação do Mundo" em meados de 2008, Gustavo recebeu
alguns muitos pedidos de cópia deste seu "documento" pessoal.
Numa noite fria, na cidade de São Paulo, Gustavo estava em seu apartamento localizado
na zona sul da cidade.Vendo alguns sites de garotas acompanhantes ele se sente atraído
por um anúncio que dizia: "faço tudo e mais um pouco".Gustavo então liga para tal garota a
chamando para ir ao seu apartamento.Ao chegar, a jovem loira de olhos verdes, cintura fina,
bumbum grande, coxas grossas, seios empinados para o céu começa se despir... Gustavo não
perde tempo e pede logo para que a jovem se sentasse na cadeira de seu "semi-escritório" e
começasse a... a.. a digitar.Enfim, a situação fora um tanto quanto constrangedora também para
a garota mas Gustavo explica que ao ler o anúncio dizendo "faço tudo e mais um pouco" ele
logo pensou numa mulher sensual para digitar seu texto de extremo valor histórico.
O que veio a acontecer após o texto ser digitado não nos é relevante.
A Criação do Mundo
(por: Gustavo Gonçalves)
Alguns acreditam que, com o coração de Zagreu, filho de Zeus e Cora, quando morto pelos Titãs, se fez a humanidade, outros dizem que na antiga Grécia, há aproximadamente 6.000 ªC., acreditava-se que, com o eclipse do sol fizera com que o urso polar se tornasse um panda, assim dando origem as misturas de raças passando pelas baleias orcas, as zebras, os pingüins, as vacas (ser superior que equivale a duas mulheres), até o séc XX com os 101 dálmatas. Diz-se também que o homem veio do macaco (provavelmente um babuíno que se tornara Adão e amou uma vaca chamada Eva).
Antropólogos e Cientistas descobriram após muitos estudos o início da monarquia grega.
Naquela época, há 6.000 a.C., na antiga Grécia, todo homem deveria ter suas 1.111 esposas, pois o número 11, significava a perfeição e o número 1.111 que é igual a 2 vezes o número 11, a dupla perfeição. Já o número 111.111, significava o absoluto, o feérico das belezas inalcançáveis.O número 12, significava o pecado, a maldade, o extermínio do número 11, e seus múltiplos, o apocalipse.
Na Grécia, 98% da população masculina era cega, pois os homens que não tinham suas 1111 esposas e as fecundassem no mesmo dia, para que assim, seus filhos também nascessem no mesmo dia, estes homens não eram considerados barvos guerreiros e deles, lhes eram tirado sua visão. Estes homens cegos, eram chamados de Wonder’s, pois eles não sabiam “wonder estavam as coisas”. Os outros poucos 1,99% de habitantes que enxergavam eram os estivadores gays chamados de Steve’s.
Mac o Rei, homem culto pela sabedoria adquirida ao longo da vida, era igualado à Deus. Fecundou suas 1.111 esposas no ato número 1 dele para com elas. Carregava em seu estendido dedo anelar esquerdo, suas 1.111 alianças. Por ser ano de colheita fêmea, suas 1.111 esposas deram a luz as 1.111 meninas gêmeas por parte do Rei. Para não confundi-las, todas as meninas foram batizadas de Éli.
Em tal época, o banho era semestral e apenas para burguesia madura . Exceto o Rei, que poderia, se de vontade, extrair o lodo de suas axilas semanalmente.
Ao completar 216 meses de vida, as filhas do ex Rei vão junto de suas mães em busca da fortuna se dizia estar sendo ganha pelo sobrinho do Rei. Ao chegarem se deparam com uma enorme barraca feita de seda, a qual era a mansão de Naldo. Durante grande período, os povos wonders que habitavam os Estados Unidos, ficaram sem saber o que era uma mulher. Foi então, que o sempre inovador sobrinho, opta por vender as filhas do ex Rei num bordel improvisado. As mães se revoltaram contra o sobrinho do ex Rei, que prostituía suas filhas e o mataram tomando posse imediata do Mc do Naldo. Quando raramente, um homem de boa fé passava por lá, lhe era dada a mão de uma menina em casamento, e em aberta comemoração sexual noturna sob a luz da lua (com o surgir das abelhas, lua de mel), era feita a festa das 12 horas, onde o casal fazia amor entre 00:00 e 12:00. Tendo completado as 12 horas de intenso amor, o casal poderia almoçar comemorando um m Mc dia Feliz. Alguns sedutores de plantão que queriam apenas se divertir com as meninas, diziam que estariam indo ao Mc do Naldo para comer um Mc Lanche Feliz.
O número 12 que significava o pecado, foi tido como referencia mundial após a queda do trono.
A dúzia foi comercializada, tendo como registro de seu início com os ovos das galinhas.
Com o passar do tempo, estudiosos e pesquisadores começam a popularizar estas dentre outras informações. No século XX, um grande estudioso e sábio homem batiza seu filho cego de Steve Wonder, como homenagem às vidas passadas. Steve Wonder, torna-se um excelente músico e se destaca internacionalmente com a Soul Music. O tempo se passa e um outro jovem fã de Steve Wonder, começa a fazer sucesso musical também dentro da Soul Music. Inicialmente, o jovem Michael começa com seus irmãos, e com o passar do tempo, opta por ser o novo Steve Wonder, criando sua carreira solo de enorme e excelente repercussão. As gravadoras colocaram Michael igualado à Steve Wonder, porém Michael tinha medo de ficar cego. Foi aí então, que conheceu uma jovem Albina chamada Cândida que lhe prometera torna-lo branco caso ele esforçasse uma ereção heterossexual com ela. O jovem rapaz se esforçou e Cândida tornou Michael um homem branco. O tempo passava e Michael, “homem” não muito culto, procurava companhias com o mesmo raciocínio que o seu. Cândida patenteou seu DNA e descolore o mundo até hoje.
A Criação do Mundo
(por: Gustavo Gonçalves)
(11) 7671-6778
(19) 9258-2700
"Prazer Externo" (roteiro)
Roteiro do Filme: "Prazer Externo"
por: Gustavo Gonçalves
por: Gustavo Gonçalves
Int. KITINETE - NOITE
Após mais uma noite corriqueira, o casal Paulo (52) e
Catherine (34) D`Andrade, jantam juntos em sua residência,
assistem TV como de costume.
Catherine dirigi-se a Paulo, conduzindo-o a cama
CATHERINE:
"faz tanto tempo que estamos
distantes, vamos ficar um pouquinho
juntos hoje?Estou com saudade de
fazer amor com você"
PAULO:
"Hoje? Você quer mesmo? Eu estou tão
cansado daquele hospital! Só tenho
vontade de dormir!"
CATHERINE:
"Deixe eu te sentir só um pouco...
quero ser tocada, desejada... quero
ser amada Paulo!"
Catherine se senta na cama com cabeça para baixo,
decepcionada com o marido.Ele após se dar conta do que
disse, tenta contorcer a situação.
PAULO:
"Vem aqui pertinho de mim!Eu sempre
tenho tempo pra você meu amor."
Deitados na cama, sob o edredon ele fica de mal jeito sobre
o corpo dela, ergue a camisola dela, baixa sua calça, a
penetra de olhos fechados.Ela descontente, fica olhando para
o teto decepcionada com a situação do não desejo do marido.
Quando ela estava prestes a gozar...
CATHERINE:
"Assim amor, continue assim..."
PAULO:
" Pronto amor, gozei!Era isso que
você queria, né!?Gozei gostoso em
você!"
CATHERINE:
"Mas eu não!Eu estava quase lá..."
PAULO:
"Amanhã eu saio mais cedo do
hospital e ficamos juntos por mais
tempo."
Ela tenta abraçá-lo mas ele se vira para o outro lado e
dorme.
Ela se senta numa poltrona ao lado da cama e põe-se a chorar
silenciosamente.De repente, ela avista pela janela um jovem
casal vizinho transando numa grande empolgação.
INT. QUARTO DO CASAL VIZINHO
O casal transa loucamente!
INT. KITINETE
Ela deixa seu roupão semi-aberto e começaa se masturbar vendo
o casal.
INT. QUARTO DO CASAL VIZINHO
O rapaz vizinho, vê que está sendo observado, dá um sorriso
discreto porém malicioso para Catherine e fecha a cortina.
INT. KITINETE
Após ela gozar se masturbando, ela dorme na poltrona
evitando se aproximar do marido que não a dava mais prazer.
Dia seguinte Paulo acorda cedo para ir trabalhar, a vê
dormindo sentada na poltrona e nem se importa do porque ela
não dormiu junto a ele.Ele sai em silêncio para não
acordá-la.Ela estava acordada, fingindo dormir esperando
alguma realão do marido.Quando ele sai e fecha a porta, ela
levanta enfurecida e vai fazer seu café da manhã.A
campainha logo é tocada.Quando ela atende, o rapaz
vizinho que ela havia observado na noite anterior está à porta dela.
Ela se assusta, olha para baixo...
CATHERINE:
"Oi! Posso te ajudar em algo?"
VIZINHO:
"Não vai perguntar meu nome? Não vai
me convidar para entrar? Vi você me
observando ontem..."
Ela interrompe o rapaz
CATHERINE:
"Apenas te vi e nada mais!"
VIZINHO:
"Você se masturbou!Eu vi!Gozou?"
CATHERINE:
Me dê licença!Vá embora!
Quando ela vai fechar a porta, ele põe o pé entre a porta e
o batente impedindo que a porta seja fechada. Ele entra no
apatrtamento dela, começa observar onde ela vive, olhando
para os lados, vê a poltrona onde ela estava sentada na noite anterior
e sorri
VIZINHO:
"Foi nesta poltrona que você estava
sentada! Sente-se nela novamente!"
CATHERINE:
"Você está me assustando, me
deixando com medo!Saia já daqui!Sou
uma mulher casada! Não sei quem é
você…"
Ele segura o rosto dela, olha nos olhos dela, se aproxima do
ouvido dela susurrando
VIZINHO:
"Tom!Meu nome é Tom! Agora você está
mais calma em saber quem eu sou?"
CATHERINE:
"Não muito!Desculpe minha
sinceridade!Sou Catherine!Já
sabemos quem somos, agora por
favor, sai daqui!"
Ele a pega pelo pescoço, enforcando ela... rasga a roupa
dela, a prensa na parede, penetra o corpo dela com muita
força e tampando a boca dela.
TOM:
"Não tente gritar!Você me observou,
me desejou!Você é uma vadia
desfaçada de madame."
CATHERINE:
"Por favor, não faça isso! Eu sou
casada!Me perdoe por ter te
observado!Eu estava num momento mal
com meu marido, mas já passou!
Pare, por favor! Não façaa isso! Eu
tenho dinheiro!Te dou o que você
quiser!"
Ele se enfurece
TOM:
"Não quero um centavo do seu
dinheiro sua vagabunda!Quero te
mostrar o que você precisa de
verdade!Te mostrar que é um homem de
verdade!"
Ele a coloca de quatro, amarra um cinto em seu pescoçoo, a
penetra atrás, morde com força teus belos seios.O telefone
não parava de tocar enquanto ela era estuprada, mas ela estava
impossibilitada de reagir.Ela chorava, gemia, sentia prazer,
raiva e dor.Múltiplas emoções simultâneas!E quando ela acaba
tendo um múltiplo orgasmo mesmo que sob violência, ele pára,
olha fixamente nos olhos dela, sorri e dá um beijo na testa
dela a abraçando de modo "carinhoso" após tamanha atrocidade.
Ele a solta o cinto que prendia o pescoço dela, coloca ela
sentada na poltrona, põe a mão dela sobre a vagina.
TOM:
"Era isso que você queria, não
era?Agora você me conhece
bem!Continue se masturbando sua
vadia!"
CATHERINE:
"Você é o homem mais baixo e nojento
que já vi em toda minha vida!"
TOM:
"Mas eu fui eu quem te fiz gozar!"
Ele sai do apartamento dela erguendo suas calçaas enquanto
ela fica imóvel na poltrona sem reação alguma.
Paulo volta antes do trabalho para avisar ela que havia um
maníaco na vizinhança.Quando ela a vê sentada na poltrona
com hematomas, camisola rasgada e o roupão atirado no chão,
ele entra em desespero.
PAULO:
"MEU DEUS! Amor... o que houve com
você?Quem te fez isso?Eu vim logo
para casa pois fiquei sabendo que
um estuprador matou nossa vizinha do
outro prédio.Esse filha da puta....
vou chamar a polícia!Vou matar esse
cara!"
Ela quieta, estática, somente movendo os olhos observando as palavras
do marido, quando vê que ele está ao telefone discando para
polícia, ela se levanta da poltrona, tira o telefone da mão
dele e põe no ganncho.
PAULO:
"Calma amor, eu vou ligar para
polícia, vou te levar ao hospital
para fazermos um exame de corpo e
delito, fazer um B.O. ... vamos
pegar esse filho da puta!"
CATHERINE:
"Não Paulo!"
PAULO:
"Por que não amor?"
CATHERINE:
"Eu gostei!"
FIM
O MUNDO PERFEITO
Na Europa dizem que o mundo perfeito é um mundo com:
– administração alemã
– policiamento inglês
– comida francesa
– amantes italianas
também dizem que no ponto de vista americano o mundo perfeito é composto por:
– administração inglesa
– policiamento alemão
– comida italiana
– amantes francesas
HOLLYWOOD X CASA BRANCA
por: Gustavo Gonçalves
Após quatro indicações ao Oscar como melhor ator, Matt Damon foi indicado pelo diretor Michael Moore a concorrer a presidência dos EUA.
Somente agora estão entendendo que governar é uma questão de atuar?
Porém, se espera que não seja uma atuação como no filme "A Identidade Bourne" que deixou um bocado DEMAIS a desejar.
Se assim, será que um dia Arnaldo Jabor viria indicar os semi-Hollywoodianos Rodrigo Santoro como candidato a presidência do Brasil, ou, em épocas de presidenta, Gisele Bündchen ou ficaria com a sagacidade de Antonio Abujamra ou a feericidade de Fernanda Montenegro?
Ética e Legislação em Comunicação Empresarial
A COMUNICAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES PRIVADAS
“Neste mundo, os otimistas vencem, não porque estejam sempre certos, mas porque são positivos. Mesmo quando erram, são positivos, e esse é o caminho da realização, correção, aperfeiçoamento e sucesso. O otimismo educado, de olhos abertos, compensa; o pessimismo só pode oferecer a consolação vazia de estar certo”. (David S. Landes)
A comunicação organizacional é povoada de mitos, versões, falsas interpretações e muito preconceito. O principal mito: a comunicação faz milagres. Pode transformar o conceito de uma organização, de forma a substituir aspectos negativos por aspectos positivos, alterando radicalmente a imagem. Entre as versões e falsas interpretações as mais comuns estão presentes nos bordões e refrãos: “Comunicação é notícia de jornal, TV, rádio”; “Comunicação na empresa é ‘jornalzinho interno’”; “Comunicação, há, coisa de jornalista, fofoca!”; “Comunicação na empresa? Existe?; “Comunicação é oba-oba, festinhas, promoções...”; “Falta comunicação. Falta informação!”; “O gerente fez uma ótima comunicação. Ele fez uma boa palestra”; “A coisa tá ruim porque está faltando comunicação”
Ora, a comunicação, vista sob esses ângulos, é confundida em suas formas e, consequentemente, tal confusão propicia erros de avaliação, projeção e planejamento. A comunicação é um processo multidisciplinar e abrangente.
Como tal, precisa ser caracterizada e entendida nos espaços específicos abrangidos por suas diferentes formas, processos e canais. Nas organizações privadas confunde-se muito a comunicação administrativa com os meios e as formas de comunicação social.
“A própria liberdade de informação encontra um direito à informação que não é pessoal, mas coletivo, porque inclui o direito de o povo ser bem informado” (Freitas Nobre)
Adequar a Comunicação ao Meio Ambiente
A informação é vital para as organizações; sem informação, uma empresa não sobrevive. Ela precisa receber informações dos consumidores e do mercado para ajustar-se. Por isso, todo trabalho de assessoria de imprensa há de se balizar pela realidade ambiental.
Ao fabricar um carro, uma empresa precisa saber qual é o gosto do consumidor, sua tendência, as cores da moda, as cores mais atraentes, a mecânica mais adequada a cada país. A altura de um carro no Brasil, por exemplo, deve ser maior do que a de um carro na Europa ou os EUA, pois as estradas européias e americanas são perfeitas, enquanto as brasileiras apresentam, na maioria das vezes, problemas, com exceção das rodovias concessionadas. O produto há de se adequar à realidade. E essas demandas do consumidor precisam chegar à organização. Por outro lado, as empresas precisam saber o que está ocorrendo na sociedade – no campo político e no campo econômico – para poder ajustar suas filosofias e práticas. Portanto, uma empresa passa a consumir informações do mundo social, do mundo político e do mundo econômico para adequar suas estratégias, táticas, processos e métodos. Nesse contexto, a informação constitui matéria-prima essencial para desenvolver a identidade e projetar a imagem organizacional.
ÉTICA NOS NEGÓCIOS: UMA REVOLUÇÃO DE VALORES
Vivemos um momento em que modelos tradicionais de negócios estão em xeque.
A busca de resultados a todo custo e o lucro a qualquer preço trouxe à tona recentemente grandes escândalos corporativos em escala global que devem ser vistos como sintoma de uma maneira de fazer negócios que não se sustenta por muito tempo: as más práticas corporativas. Ao mesmo tempo, uma nova possibilidade de gerir empresas se abre, aquela na qual a ética não é apenas uma palavra de efeito, mas um dado da realidade. Uma ética que vai além do dever e do limite. Ela não vem depois dos projetos e sonhos. Vem antes para despertar a imaginação, a criatividade, o desejo de uma sociedade mais eficaz na administração de seus recursos e necessidades.
O surgimento dessa ética no âmbito da empresa sinaliza uma evolução na gestão porque o foco no resultado é ampliado para incluir a sustentabilidade como aspecto a ser avaliado de forma tão importante quanto a lucratividade.
Como fazer da ética uma prática em um mercado tão complexo e dinâmico como o de comunicação?
MARKETING ÉTICO GERA RECONHECIMENTO DO CONSUMIDOR
No século XXI, a ética alcançou um status nunca antes cogitado no mundo dos negócios e tornou-se uma peça-chave para o sucesso empresarial. Desse contexto decorre a regulamentação e a prática dos valores éticos por parte das corporações, especialmente no segmento em que são mais freqüentes os riscos de deslizes: o marketing.
As diversas áreas que compõem o marketing mix – formação de preço, estratégia de produto, movimento de distribuição e comunicação – devem, portanto, incorporar a ética como princípio. Em poucas palavras: deve-se levar ao mercado apenas a verdade a respeito de um produto ou serviço, mesmo considerando que a tendência das estratégias pauta-se pela ênfase dos aspectos positivos de produtos e serviços. A propaganda não pode prometer aquilo que não tem condições efetivas de cumprir. Mesmo quando se amenizam aspectos menos positivos, a ética deve prevalecer como limite e juízo de valor.
A indústria farmacêutica, assim como o mercado de fumo e de bebidas alcoólicas, é exemplo claro dessa preocupação com a ética no marketing, tendo já assumido claramente que não se pode mais driblar a responsabilidade social que as empresas devem manter em relação ao consumidor. A primeira, quando utiliza como “claim da propaganda” apenas informações cientificamente comprováveis, além de alertar para os efeitos colaterais dos medicamentos. O segundo advertindo sobre os riscos potenciais dos produtos que oferece.
Mau gosto e preconceito na efetivação da comunicação também podem esbarrar nos limites da ética. Campanhas que comprometem a imagem da mulher revelam não só uma postura ética oblíqua como também desconhecimento do mercado, uma vez que a decisão de compra de 80% dos produtos depende da mulher. Os outros 20% sofrem também, de alguma forma, influência do poder feminino de decisão. Isso sem considerar que pesquisas demonstram que, enquanto os homens se relacionam basicamente com produtos, o público feminino equaciona mais intensamente os valores que determinada marca transmite.
As empresas éticas agregam valor à marca e, com isso, constroem o consumidor fiel, aquele que não compra de indústrias que só querem “levar vantagem” a qualquer preço. Já as empresas que insistem em estratégias alheias à ética, ou mesmo antiéticas, correm o risco de perder a credibilidade e, com isso, o consumidor, uma vez que este percebe quase de imediato a campanha enganosa.
Não convencem mais as promessas de “perder quatro quilos em uma semana, sem recorrer à lipoaspiração” e coisas semelhantes. Os casos em que o texto publicitário é menos explicitamente enganoso estão sempre sob a mira do Conselho de Ética do Conselho de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar).
Em resumo: bom humor e emoção não bastam mais como ingredientes para uma boa campanha. A ética é componente indispensável. A ética no marketing, no entanto, não poder ser pensada desarticuladamente. Fomentar o comportamento ético no dia-a-dia dos funcionários deve fazer parte da ação das organizações, uma vez que a quebra do comportamento ético relaciona-se à necessidade de cada pessoa querer, às vezes, a qualquer custo e ainda que inconscientemente, atingir seus objetivos. Essa condição humana pode gerar diferentes formas de ofensa, desrespeito, calúnia, injúria, difamação. Cabe à empresa intervir nessas situações, valendo-se de um código ético bem definido.
Numa empresa complacente com o comportamento antiético é inevitável a proliferação do mal, e isso inclui a possibilidade de uma área de marketing disposta a qualquer coisa para obter sucesso, pautada pela máxima nada ética de que “os objetivos justificam os meios”. A história tem demonstrado que se trata de um princípio eticamente inaceitável.
Apesar disso, não faltam hoje exemplos de campanhas que, em vez de valorizar e honrar a classe dos profissionais de marketing, chegam a causar vergonha.
Estar dentro da lei não basta. É preciso também não estar fora da ética.
AS NORMAS DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR – (CDC) SOBRE A PUBLICIDADE
Há um Código Internacional sobre práticas leais em matérias de publicidade que explica o próprio sentido da expressão: “O termo publicidade é considerado em seu sentido mais amplo para englobar toda a forma de ação publicitária em favor dos produtos e dos serviços".
Se, é verdade, com efeito, que a publicidade representa o próprio símbolo da sociedade de consumo, é interessante meditarmos, por um instante, sobre alguns aspectos dessa mesma sociedade.
É certo que as necessidades humanas podem ser mais bem atendidas com um sistema de informação adequado sobre os bens e serviços colocados à disposição do consumidor.
Talvez fosse mais exato dizer que a real necessidade de um produto ou serviço, na sociedade de consumo, freqüentemente não se acha ligada à realidade psico-biológica ou social dos indivíduos e sim aos interesses prevalecentes daqueles que fornecem tais bens ou serviços.
Assim, pense-se por um instante, na publicação de uma lei para que dela todos tenham conhecimento e, portanto, presumivelmente em favor da sociedade, como pode estar prestando um desserviço a essa mesma sociedade, quando, por exemplo, veicula informações enganosas ou abusivas tendentes a provocar o ludibrio do consumidor.
Dos quadros que se seguem, dois deles simplesmente reproduzem conceituações costumeiramente citadas nos textos de doutrina (jurídica). Têm como propósito facilitar para todos a compreensão da matéria. O terceiro procura salientar a distinção a ser feita entre publicidade e propaganda, em que pese a sinonímia utilizada pelo legislador. E o quarto, além de mostrar a terminologia usada pelas agências de publicidade, transcreve os dispositivos constitucionais sobre a matéria nos quais é empregada a expressão propaganda no lugar de publicidade.
PUBLICIDADE
“A publicidade pode, de fato, ser considerada o símbolo próprio e verdadeiro da sociedade moderna”(Guido Alpa).
“A publicidade responde, em seu íntimo, a uma necessidade do homem: a de comunicar-se, tornando-se de outro lado, centro transmissor de idéias. Com efeito, a mensagem através da qual o bem ;e apresentado ao público vaza-se, não raro, em termos didáticos, acompanhada, pois, de ensinamentos a respeito da matéria”.(Carlos Alberto Bittar)
Para muitos autores (por exemplo, Denise Flouzat e Carlos Ferreira de Almeida), a publicidade é, simultaneamente, causa e conseqüência do fenômeno da concentração empresarial. É causa porque as despesas publicitárias das grandes empresas propiciam o progressivo aumento de sua participação no mercado. É conseqüência porque somente as empresas de certa expressão econômica podem dispender recursos financeiros com a publicidade.
Para o Código Brasileiro de Auto-Regulamentação Publicitária, publicidade é “toda atividade destinada a estimular o consumo de bens e serviços, bem como promover instituições, conceitos ou idéias”.
“Toda a informação ou comunicação difundida com o fim direto ou indireto de um produto ou a utilização de um serviço, qualquer que seja o local ou meio de comunicação utilizado”. (Cláudia Lima Marques, inspirada na lei belga, de 14 de julho de 1971, sobre Práticas Comerciais)
“Publicidade é o conjunto de meios destinados a informar o público e a convencê-lo a adquirir um bem ou serviço”. (João M. Loureiro)
“Toda a informação dirigida ao público com o objetivo de promover, direta ou indiretamente, uma atividade econômica”. (Carlos Ferreira de Almeida)
“Publicidade é qualquer forma paga de apresentação impessoal e promoção tanto de idéias, como de bens ou serviços, por um patrocinador identificado”. (Comitê de Definições da American Association of Advertising Agencies – AAAA)
“Publicidade é uma atividade comercial controlada que utiliza técnicas criativas para desenhar comunicações identificáveis e persuasivas nos meios de comunicação de massa, a fim de desenvolver a demanda de um produto e criar uma imagem da empresa em harmonia com a realização de seus objetivos, a satisfação dos gostos do consumidor e o desenvolvimento do bem-estar social e econômico”. (Dorothy Cohen)
O conjunto de comunicações controladas, identificáveis e persuasivas, transmitidas através dos meios de difusão, com o objetivo de criar demanda de um produto ou produtos e contribuir para a boa imagem da empresa”.(Dorothy Cohen)
PUBLICIDADE X PROPAGANDA
São conceitos distintos, embora a sinonímia seja claramente utilizada em nosso país. Veja-se, porém, o conceito de propaganda:
“É a técnica que visa a obter adesão a um sistema ideológico, político, social, econômico ou religioso. Utiliza meios idênticos aos da publicidade, tem a finalidade de provocar do mesmo modo uma decisão de adesão, mas o seu objeto é de natureza ideológico e não comercial”. (João Loureiro)
“Os termos publicidade e propaganda são utilizados indistintamente no Brasil. Não foi esse, contudo, o caminho adotado pelo Código de Defesa do Consumidor. Não se confundem publicidade e propaganda, embora, no dia-a-dia do mercado, os dois termos sejam utilizados um pelo outro. A publicidade tem um objetivo comercial enquanto que a propaganda visa um fim ideológico, religioso, filosófico, político, econômico ou social. Fora isso, a publicidade, além de paga, identifica seu patrocinador, o que nem sempre ocorre com a propaganda”. (Herman Benjamin)
“Essa distinção doutrinária não foi, de regra, observada pelo direito positivo brasileiro, que em inúmeros diplomas legais, como por exemplo a Lei nº 4.680/65, utiliza termos propaganda e publicidade como sinônimos. O Código do Consumidor incide no mesmo vício, ao referir-se à contrapropaganda (arts.56 a 60), quando deveria aludir à contra publicidade. De resto, na linguagem vulgar e comercial as expressões são utilizadas indiferentemente”. (Maria Elizabete Vilaça Lopes)
Relata José Roberto Whitaker que o nome da associação de classe é Associação Brasileira de Propaganda. Os profissionais do setor, no entanto, não adotam a expressão propagandista e sim a de publicitários.
Nossa Constituição Federal utiliza a expressão propaganda em mais de um de seus dispositivos.
“Art. 220..........................................................................................................................
§ 3º. Compete à lei federal:
........................................................................................................................................
II – estabelecer os meios legais que garantam à pessoa e à família a possibilidade de se defenderem de programas ou programações de rádio e televisão que contrariem o dispositivo no art. 221, bem como da propaganda de produtos, práticas e serviços que possam ser nocivos à saúde e ao meio ambiente.
§ 4º A propaganda comercial de tabaco, bebidas alcoólicas, agrotóxicos, medicamentos e terapias estará sujeita a restrições legais, nos termos do inciso II do parágrafo anterior, e conterá, sempre que necessário, advertência sobre os malefícios decorrentes de seu uso”.
Vejamos, agora, no quadro seguinte, a conceituação legal da publicidade enganosa no nosso Código de Defesa do Consumidor e no âmbito da Comunidade Econômica Européia.
CDC – “Art. 37. É proibida toda publicidade enganosa ou abusiva.
§ 1º É enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário, inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, mesmo por omissão, capaz de induzir em erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços”.
Diretiva 84/450, de 10 de setembro de 1984, da Comunidade Econômica Européia: “Art. 2º Publicidade enganosa é aquela que, de algum modo, incluindo a sua apresentação, induza ou possa induzir em erro as pessoas a quem ela se dirige ou possam por ela ser atingidas e, em virtude de seu caráter enganador, possa afetar o comportamento econômico ou que, por tais razões, prejudique ou possa prejudicar um concorrente”.
É importante consignar que a expectativa em torno da aplicação do dispositivo do nosso CDC a respeito da publicidade enganosa era muito grande. Aludia-se, com muita freqüência, às costumeiras insuficiências do sistema de auto-regulamentação publicitária, acusando-se o CONAR – Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária, de ser omisso e excessivamente condescendente em relação ao controle dessa atividade.
O tempo se encarregou de provar, no entanto, que esse tipo de acusação, positivamente, não procedia. Não se confirmaram, na prática, as previsões de ocorrências de aplicação do dispositivo sobre publicidade enganosa, havendo apenas um antecedente significativo no que se refere à publicidade abusiva.
A importância da atuação do CONAR, todavia, cuja eficiência não se discute nem muito menos se contesta, não significa, por outro lado, que o sistema de controle exclusivamente privado seja suficiente.
Como se sabe, existem, basicamente, três sistemas: o estatal, o privado e o misto. O resultado atual colhido pela experiência parece indicar que o sistema exclusivamente privado não se revela suficiente por uma série de razões. O sistema exclusivamente estatal, por outro lado, impede o florescimento de todos os aspectos positivos inerentes à auto-disciplina.
Assim, parece que o sistema misto – com participação estatal e a privada da auto-disciplina – se apresenta como o mais adequado no estádio atual, motivo pelo qual acabou prevalecendo no nosso CDC.
A palavra ética possui dois significados principais: disciplina integrante da ciência da Filosofia e conjunto de regras.
Como parte da Filosofia, a Ética é o estudo das avaliações do ser humano em relação às suas condutas ou às dos outros. Essas avaliações são feitas sob a ótica do bem e do mal, de acordo com um critério que geralmente é ditado pela moral
Como conjunto de regras, a ética é o rol dos conceitos aplicáveis às ações humanas, que fazem delas atitudes compatíveis com a concepção geral do bem e da moral.
Os conceitos éticos são extraídos da experiência e do conhecimento da humanidade. Há pelo menos cinco teorias a respeito da formação de conceitos éticos, que nesse trabalho serão também referidos como preceitos.
A Teoria do fundamentalismo propõe que os conceitos éticos sejam obtidos de uma fonte externa ao ser humano, a qual pode ser um livro (como a Bíblia), um conjunto de preceitos adotados por um grupo, ou até mesmo outro ser humano.
Os críticos dessa teoria costumam dar ênfase ao fato de que ela não permite que o ser humano encontre o certo e o errado por si mesmo. Essa realidade pode levar a distorções conceituais.
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